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O Argolão

O objectivo deste adereço é basicamente igual a de um cesto que se usa para recuperar um sargo, dourada, etc, mas tem uma diferença, um cesto quando desce pela seda abaixo e chega à água, é necessário que o peixe entre dentro e só ai puxamos a corda e recuperamos o peixe, com o argolão não, ao descer pela seda abaixo entra directamente na cabeça do safio na posição que desce e sendo um peixe de garro facilita a passagem entre .....

As minhas bóias

Já há algum tempo que andava a magicar como começar a construir bóias tipo peão para a pesca e enquanto não arranjei um bocadinho para me puder debruçar a sério sobre o assunto, não descansei!Como tal pus mãos à obra e começei por procurar em casas de materiais de bricolage o que era indispensável para elaborar as bóias e que o custo final não fosse demasiado dispendioso, em comparação com as bóias que se adquire em lojas de pesca.

Cesto(em processo)

Construção de um cesto para recuperação do pescado em certas situações......

1º Convívio Oceano Ibérico



Para quem gosta de conjugar a pesca com o convivio, este é sem dúvida um evento a não perder.

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Ambientalistas contra Governo


O Governo recuou nas restrições à pesca lúdica na Costa Vicentina devido aos protestos dos autarcas e dos pescadores, mas acabou por abrir uma frente de batalha com os ambientalistas. Estes reclamam a reintrodução das normas anteriores, considerando que se está perante uma "lamentável" cedência "a pressões".

De acordo com Francisco Moreira, dirigente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN), "as alterações não fazem qualquer sentido", vindo a "anular ou reduzir os efeitos positivos das que constavam na anterior portaria".

Para a LPN, a diminuição do período de interdição à captura de sargos – que passou de três para dois meses – volta "a aumentar a pressão durante um período sensível do ciclo de vida desta espécie", ou seja, na "desova". Outro motivo de crítica prende-se com o facto de ter aumentado a quantidade diária de peixes que pode ser capturada, dado que o exemplar maior já não conta para o cálculo do limite máximo de 7,5 quilos .

A LPN defende que os verdadeiros pescadores lúdicos deviam perceber que "são os primeiros a ganhar com a preservação dos recursos na Costa Vicentina" Defende ainda um reforço da vigilância e fiscalização, bem como o alargamento das restrições a toda a costa portuguesa e uma regulamentação mais apertada para a pesca profissional.

Portaria da pesca lúdica no Parque Natural da Costa Vicentina não será suspensa

«A portaria da pesca lúdica no Parque Natural [Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina] não será suspensa», garantiu ao «barlavento» Humberto Rosa, secretário de Estado do Ambiente.

Humberto Rosa afirmou inclusive que a manifestação dos pescadores do Algarve e Alentejo que teve lugar no domingo, dia 24, em Lisboa, era «desnecessária», pois a portaria não será suspensa, apesar do que os desportistas exigem.

O facto foi que os números que a organização previa, seis mil manifestantes, ficou muito aquém da estimativa.

O secretário de Estado falava à margem da inauguração do Centro de Reprodução do Lince, na Herdade das Santinhas, em Silves, na sexta-feira passada.

Os protestos já adiantaram algo no passado, mas agora poderão ser desnecessários. É que quanto à portaria, «para já, não haverá mais alterações, nem a sua suspensão, até porque será revista ao fim de um ano de estar em vigor. Será reavaliada e, depois, reconsiderado o que for necessário», sublinhou Humberto Rosa.

Os pescadores já se tinham manifestado em Sagres e em Odemira devido às restrições impostas pelas portarias 143 e 144, de 5 de Fevereiro.

Entretanto, o Governo recuou e aprovou uma nova portaria «que soluciona as principais questões colocadas», justificou o secretário de Estado do Ambiente.Entretanto, a Liga para a Protecção da Natureza (LPN), no dia seguinte à manifestação dos pescadores, emitiu um comunicado, onde defende que as alterações da portaria 458-A, de 4 de Maio, anulam ou reduzem os efeitos da portaria 143, considerando «lamentável o Governo ter cedido às pressões de alteração do regulamento exercidas por alguns pescadores e pelas Câmaras Municipais da região».

Segundo esse comunicado, a LPN compreende «os protestos dos pescadores lúdicos quando afirmam que a pesca profissional é a maior causa da diminuição dos recursos pesqueiros, e continuará a envidar todos esforços para que esta venha a ter uma regulamentação mais sustentável», mas afirma que «só os pescadores lúdicos mal informados sobre os benefícios da implementação destas regras» podem «defender o livre acesso ao mar».

Entretanto, os movimentos dos pescadores têm a intenção de se organizarem para fazer iniciativas de preservação e limpeza dos pesqueiros.

Ao «barlavento», o secretário de Estado Humberto Rosa disse que essas medidas são necessárias. «É preciso limpar os pesqueiros e, desde logo, os pescadores são bons agentes. Também temos que identificar os locais que são seguros para pescar à noite e identificar os trilhos de acesso que são adequados», avançou.


Fonte: Barlavento Online

Manifestação em Lisboa deverá juntar 6 mil pescadores


Os pescadores vão manifestar-se esta tarde, em Lisboa, contra a legislação que regula a pesca lúdica no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina, num protesto em que esperam juntar cerca de seis mil pessoas.

Apesar das alterações às portarias 143 e 144/2009 contra as quais os pescadores lúdicos têm vindo a protestar, os organizadores mantiveram a manifestação agendada para esta tarde, às 15h00, no Marquês de Pombal, por considerarem que as "alterações introduzidas" ficaram "muito aquém" das suas reivindicações.

"As rectificações que fizeram, para nós, foram de pequenos erros técnicos", afirmou, em declarações à Lusa, Carlos Carvalho, do movimento Cidadãos do Sudoeste Vicentino, entidade que organiza o protesto em conjunto com o Movimento Pescadores Lúdicos de Portugal e o Movimento Mar Público.

As alterações em questão entraram em vigor com a publicação da portaria 458-A/2009, a 04 de Maio, que altera algumas disposições das portarias 143 e 144/2009 de 05 de Fevereiro e revoga a portaria 868/2006.

Os pescadores lúdicos, que esperam cerca de seis mil pessoas na manifestação, voltam agora a exigir a revogação das portarias, depois da "terceira alteração" à lei nesta matéria e de terem já protestado este ano em Sagres e em Odemira.

O porta-voz do movimento diz que as alterações "não têm qualquer base científica", exemplificando com o "período de defeso do sargo" de 15 de Janeiro a 15 de Março, quando a restrição não se estende a pescadores profissionais, ou a "discriminação positiva" na apanha do marisco, que restringe esta actividade a naturais residentes nos concelhos do Parque Natural.

"Um estudo da Universidade do Algarve aponta que os pescadores lúdicos apanham 0,5 por cento da quota de pescado a nível da Costa Vicentina, os restantes 99,5 são apanhados pela pesca profissional. Afinal, estão a proteger que espécies", questionou

Carlos Carvalho apontou ainda, em declarações à Lusa esta semana, contradições entre a legislação publicada pelo Ministério do Ambiente e pelo Ministério da Agricultura e Pescas. "A questão da alteração da lei, que restringe a pesca à quarta-feira, está mal redigida pelo legislador. A Direcção-Geral das Pescas diz que é proibido pescar aos feriados, mesmo que seja quarta-feira. O Ministério do Ambiente enviou-me um ofício a dizer que se pode pescar à quarta-feira e aos feriados", argumentou.

Fonte do Ministério da Agricultura e das Pescas assegurou entretanto, em declarações à Lusa, que os dois Ministérios têm o "mesmo entendimento" da portaria.

A mesma fonte esclareceu que "a proibição de pesca só se aplica às quartas-feiras, sendo suspensa quando neste seja feriado", tendo acrescentado que esta é uma portaria "complexa", que envolve, para além dos ministérios referidos, o da Economia e da Defesa, e a Presidência do Conselho de Ministros.

Pesca lúdica: Manifestação em Lisboa. Do Marquês à Assembleia da República



Convocada pelo “Movimento Cidadãos do Sudoeste” realiza-se no sábado em Lisboa, uma manifestação nacional de protesto contra a legislação da pesca lúdica.

Do Marquês de Pombal à Assembleia da República, é como o “Movimento Cidadãos do Sudoeste” apelida a manifestação nacional de protesto que se realiza sábado em Liasboa, contra a legislação que regula a apanha do marisco e a pesca lúdica e, pelos direitos de acesso ao mar, por parte das populações mariscadores de todo o País.

Carlos Carvalho, porta-voz do movimento, afirma que o Governo vai ficar a saber que “a guerra não termina, enquanto as portarias não forem revogadas”.

Os manifestantes exigem a anulação imediata das portarias 143 e 144/09 e a queda automática da anterior portaria, a 868/06, que regula a apanha do marisco e a pesca lúdica.

Menos trinta mil na pesca lúdica

Crise: Grande redução no último ano em comparação com 2007

Há cada vez menos portugueses que se dedicam à pesca desportiva de mar nos seus tempos livres. No ano passado foram emitidas menos 30 665 licenças do que no ano anterior, mantendo-se essa tendência de descida no corrente ano, segundo dados da Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura (DGPA). A crise e o apertar das regras para o exercício da actividade estarão na origem da drástica redução de praticantes.

De acordo com a DGPA, em 2007 foram emitidas 201 522 licenças para os diversos tipos de pesca (apeada, em embarcação e submarina), enquanto em 2008 o número desceu para 170 857. Nos dois primeiros meses deste ano, cifrou-se em 26 064. O número médio por mês em 2007 era de quase 17 mil e no corrente ano ronda as 13 mil (quebra de mais de 20%).

"As restrições que foram impostas à pesca lúdica levaram muitas pessoas a desistir da actividade", explicou ao CM Mário Barros, da Associação Nacional dos Pescadores Lúdicos e Desportivos. Este dirigente realça ainda que "houve muitos pescadores que optaram por não tirar a licença como forma de protesto contra a actual legislação".

Outra possível explicação para a redução no número de licenças é a crise. "As pessoas vêem-se na necessidade de reduzir os gastos e, por consequência, há quem opte por não gastar dinheiro para obter uma licença", salienta. As licenças custam entre 3 euros e os 200 euros, de acordo com o tipo de pesca, a duração e a área.

MANIFESTAÇÃO EM LISBOA

A decisão do Governo em ‘aliviar’ as restrições impostas à pesca lúdica no Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina não foi suficiente para impedir a marcação de uma manifestação de pescadores no próximo dia 24, em Lisboa.

Carlos Carvalho, do designado Movimento de Cidadãos do Sudoeste, revelou que o protesto terá a adesão de pescadores de todo o País, na defesa "do direito ao mar", sendo esperados "cerca de seis mil manifestantes".

Segundo os promotores, a legislação publicada este ano contém "injustiças", representando "a ponta do icebergue de um pacote legislativo mais vasto". No caso do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, pretendem, entre outras reivindicações, que os não-residentes tenham o direito de mariscar e de pescar todos os dias e à noite.

SAIBA MAIS

REUNIÕES

A Associação Nacional de Pescadores Lúdicos e Desportivos reúne-se esta semana com o secretário de Estado das Pescas e com os grupos parlamentares do PCP e do PS. O objectivo é sensibilizar o poder político para a necessidade de serem feitas alterações à legislação.

124 230 número de licenças para a pesca lúdica, válidas em 28 de Fevereiro deste ano.

95 653 das licenças válidas em Fevereiro correspondiam à pesca apeada, 22 644 à embarcação e 59 33 à pesca submarina.

PROTESTOS

Os pescadores já realizaram duas manifestações contra os condicionalismos à pesca na Costa Vicentina, obtendo algumas cedências do Governo.

Pesca de familia lll

Na quinta-feira passada dois cotas(tio e amigo)foram pescar algures por esta costa algarvia e ao contrário das últimas vezes safaram a pesca.


Os sargos pelos vistos estavam em dia sim e quando assim é, há que aproveitar, pelo menos o tempo passa e captura-se algum peixe. No fim de contas cada um apanhou cerca de 5 quilogramas o que não foi nada mau.



Um dos exemplares era de quilo como se pode ver na foto.



Um abraço

Pesca "Fenomenal"

No sábado como combinado com o meu amigo Pedro C(T)osta, fomos tentar a nossa sorte ás meninas de testa dourada, porque já tínhamos ouvido rumores de algumas capturas destas maganas aqui bem perto e como tal, lá fomos nós!!!
Com aquele tal isco bem rijinho que fomos apanhar na quarta-feira, ás 05h30m da madrugada foi a hora marcada para a passagem na minha casa, para me dar boleia.

Chegádos ao pesqueiro, havia já dois companheiros que tinham ido fazer um bocado da noite também para tentar a sua sorte ás maganas, mas elas não apareceram!!!
Quando começou a amanhecer, o céu mostrou-se encoberto e havia a possibilidade de levarmos uma molha, mas como quem corre por gosto não cansa, toca de montar o arsenal e depressa foi chumbadas para dentro de água.

Ao fim de umas boas horas, depois de fazer um bom relâmpago lá ao fundo veio um vento quente e como estávamos quase a dormir porque não sentíamos nada, comecei a ouvir uns estalitos do lado de uma cana minha. Levantei-me a pensar que tinha um peixe a puxar-me a linha e que a bobina estava a cantar muito lentamente!!!!!!

Quando olhei para a bobina do carreto, verifiquei que a mesma estava parada, mas os tais estalitos, não paravam de se ouvir e como o Pedro estava ao pé de mim, ainda pensei que estava a brincar comigo com alguma coisa que tinha no bolso, mas não!!!!
Qual não é o meu espanto, quando olho para o suporte!!!!!! Estava a passar faiscas entre a cana e o suporte da mesma e cada vez intensificava-se mais a cadência e depressa todas as canas inclusivé a dos outros companheiros que lá estavam, também começaram a fazer o mesmo!!!!!!

Fiquei estupefacto com tal fenómeno!!!!! Nunca tal na vida me tinha acontecido e ainda bem que tinha a câmara comigo para o puder comprovar. Julgo que teve a ver com o relâmpago que fez, mas não sou a pessoa mais entendida nessa matéria.

Aqui vos deixo o vídeo com o fenómeno(reparem bem nas faiscas):





Como dizia o Fernando Pessa " E esta hem?"


No final só o Pedro é que se safou com um ruivo e uma dourada que pesou 1,300kg



Um abraço

Esclarecimento sobre os dias de pesca

Pois é, está desmistificada a tal dúvida se podia-se pescar aos feriados ou não.

No blog do Fernando Encarnação (Aqui), podem visualizar a prova disso. É a resposta a um pedido de esclarecimento por parte do Sr. Carlos Carvalho, pessoa que tem feito bastante força para tentar inverter estas portarias sem nexo nenhum.

Um abraço e não se esqueçam que dia 10 de Junho(quarta-feira) podem pescar.