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O Argolão

O objectivo deste adereço é basicamente igual a de um cesto que se usa para recuperar um sargo, dourada, etc, mas tem uma diferença, um cesto quando desce pela seda abaixo e chega à água, é necessário que o peixe entre dentro e só ai puxamos a corda e recuperamos o peixe, com o argolão não, ao descer pela seda abaixo entra directamente na cabeça do safio na posição que desce e sendo um peixe de garro facilita a passagem entre .....

As minhas bóias

Já há algum tempo que andava a magicar como começar a construir bóias tipo peão para a pesca e enquanto não arranjei um bocadinho para me puder debruçar a sério sobre o assunto, não descansei!Como tal pus mãos à obra e começei por procurar em casas de materiais de bricolage o que era indispensável para elaborar as bóias e que o custo final não fosse demasiado dispendioso, em comparação com as bóias que se adquire em lojas de pesca.

Cesto(em processo)

Construção de um cesto para recuperação do pescado em certas situações......

Pesca de familia IV

Ontem para aproveitar o último dia de férias, decidi acompanhar o meu tio e o Júlio numa pescaria.

Cedo partimos na esperança de que fosse mais um dia daqueles em que o peixe fosse constantemente picando e desse modo pudéssemos efectuar umas boas capturas.
Depois de observamos as condições do mar, que se apresentava com água um pouco verdosa e mexida, as previsões eram relativamente boas e como tal começámos logo a migar as sardinhas para engodo.

Quando começámos a pescar e ao longo da dia, notou-se perfeitamente que o peixe era pouco ou nenhum, lá iam saindo uns peixitos mas nada de especial, só o Júlio tirou um bom robalo na casa dos 2 quilos e outro mais pequeno, mas como fomos só prá pesca com ou sem peixe, o tempo ali passado foi sempre bom.

Entretanto, ao nosso lado encontravam-se mais pescadores, um deles bem conhecido de nós que é um pescador com P grande, o Zé. Para ele a pesca já não tem segredos e na altura estava a tentar capturar robalos e que ao fim de um bocado revelou-se frutífera quando o ouço gritar a pedir um cesto, pelo que corri logo disponibilizando o meu e toca de o auxiliar na recolha do peixe, era um robalo com um quilo e meio. Um bocado mais tarde outra vez, ele a gritar pelo cesto e como ele já me tinha dito para eu não enrolá-lo da ultima vez, já lá o tinha ao pé dele e desta vez foi o meu tio a auxiliá-lo, era um robalo para uns 3 quilos. Este homem estava mesmo em grande, mas quem sabe sabe e o resto é conversa, Uma meia hora depois, novamente ele a gritar pelo cesto e lá fui eu a correr ajudá-lo e quando olhei para dentro de água, reparei que era um daqueles troncos e toca de meter cesto, quando chegou cá acima, notava-se perfeitamente que era bicho para mais de 5 quilos á vontade e para ele a pesca ficou feita!!!

Deu-me mesmo muito gozo ver e ajudar ele a apanhar aqueles peixes, porque não é todos os dias que se vê peixe a morrer assim!!
Já no final da tarde, decidi experimentar a minha sorte aos robalos e logo no primeiro lançamento que fiz, um senhor tronco foi direito ao isco, mas á ultima da hora virou de direcção. Fiz nova tentativa com um lançamento lá para bem longe e esperei e ao fim de um bocado senti dois toques e quando dei a ferrada não senti nada, esquisito e depois senti novo toque e puxei até sentir um grande peso a trabalhar e desta vez fui eu a pedir o cesto, pois era um bom robalo que tinha 2 quilos e quando chegou cá acima fiquei satisfeito, pois vi logo que tinha ganho o dia!!


Aqui fica a foto de 2 dos 5 robalos que o meu cesto ajudou a tirar.


Um abraço e até á próxima

Revista "O PESCADOR"

Já se encontra nas bancas o Nº 12 da revista O PESCADOR

Nesta edição:
■ artigos práticos em pesca embarcada, de costa e em águas interiores
■ secções de informação: notícias e reportagens
■ rubricas de humor, passatempos e muito mais!

Esta edição é especial, pois marca o primeiro aniversário da revista.

1º Convívio Oceano Ibérico



Para quem gosta de conjugar a pesca com o convivio, este é sem dúvida um evento a não perder.

Saiba mais aqui

Ambientalistas contra Governo


O Governo recuou nas restrições à pesca lúdica na Costa Vicentina devido aos protestos dos autarcas e dos pescadores, mas acabou por abrir uma frente de batalha com os ambientalistas. Estes reclamam a reintrodução das normas anteriores, considerando que se está perante uma "lamentável" cedência "a pressões".

De acordo com Francisco Moreira, dirigente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN), "as alterações não fazem qualquer sentido", vindo a "anular ou reduzir os efeitos positivos das que constavam na anterior portaria".

Para a LPN, a diminuição do período de interdição à captura de sargos – que passou de três para dois meses – volta "a aumentar a pressão durante um período sensível do ciclo de vida desta espécie", ou seja, na "desova". Outro motivo de crítica prende-se com o facto de ter aumentado a quantidade diária de peixes que pode ser capturada, dado que o exemplar maior já não conta para o cálculo do limite máximo de 7,5 quilos .

A LPN defende que os verdadeiros pescadores lúdicos deviam perceber que "são os primeiros a ganhar com a preservação dos recursos na Costa Vicentina" Defende ainda um reforço da vigilância e fiscalização, bem como o alargamento das restrições a toda a costa portuguesa e uma regulamentação mais apertada para a pesca profissional.

Portaria da pesca lúdica no Parque Natural da Costa Vicentina não será suspensa

«A portaria da pesca lúdica no Parque Natural [Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina] não será suspensa», garantiu ao «barlavento» Humberto Rosa, secretário de Estado do Ambiente.

Humberto Rosa afirmou inclusive que a manifestação dos pescadores do Algarve e Alentejo que teve lugar no domingo, dia 24, em Lisboa, era «desnecessária», pois a portaria não será suspensa, apesar do que os desportistas exigem.

O facto foi que os números que a organização previa, seis mil manifestantes, ficou muito aquém da estimativa.

O secretário de Estado falava à margem da inauguração do Centro de Reprodução do Lince, na Herdade das Santinhas, em Silves, na sexta-feira passada.

Os protestos já adiantaram algo no passado, mas agora poderão ser desnecessários. É que quanto à portaria, «para já, não haverá mais alterações, nem a sua suspensão, até porque será revista ao fim de um ano de estar em vigor. Será reavaliada e, depois, reconsiderado o que for necessário», sublinhou Humberto Rosa.

Os pescadores já se tinham manifestado em Sagres e em Odemira devido às restrições impostas pelas portarias 143 e 144, de 5 de Fevereiro.

Entretanto, o Governo recuou e aprovou uma nova portaria «que soluciona as principais questões colocadas», justificou o secretário de Estado do Ambiente.Entretanto, a Liga para a Protecção da Natureza (LPN), no dia seguinte à manifestação dos pescadores, emitiu um comunicado, onde defende que as alterações da portaria 458-A, de 4 de Maio, anulam ou reduzem os efeitos da portaria 143, considerando «lamentável o Governo ter cedido às pressões de alteração do regulamento exercidas por alguns pescadores e pelas Câmaras Municipais da região».

Segundo esse comunicado, a LPN compreende «os protestos dos pescadores lúdicos quando afirmam que a pesca profissional é a maior causa da diminuição dos recursos pesqueiros, e continuará a envidar todos esforços para que esta venha a ter uma regulamentação mais sustentável», mas afirma que «só os pescadores lúdicos mal informados sobre os benefícios da implementação destas regras» podem «defender o livre acesso ao mar».

Entretanto, os movimentos dos pescadores têm a intenção de se organizarem para fazer iniciativas de preservação e limpeza dos pesqueiros.

Ao «barlavento», o secretário de Estado Humberto Rosa disse que essas medidas são necessárias. «É preciso limpar os pesqueiros e, desde logo, os pescadores são bons agentes. Também temos que identificar os locais que são seguros para pescar à noite e identificar os trilhos de acesso que são adequados», avançou.


Fonte: Barlavento Online

Manifestação em Lisboa deverá juntar 6 mil pescadores


Os pescadores vão manifestar-se esta tarde, em Lisboa, contra a legislação que regula a pesca lúdica no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina, num protesto em que esperam juntar cerca de seis mil pessoas.

Apesar das alterações às portarias 143 e 144/2009 contra as quais os pescadores lúdicos têm vindo a protestar, os organizadores mantiveram a manifestação agendada para esta tarde, às 15h00, no Marquês de Pombal, por considerarem que as "alterações introduzidas" ficaram "muito aquém" das suas reivindicações.

"As rectificações que fizeram, para nós, foram de pequenos erros técnicos", afirmou, em declarações à Lusa, Carlos Carvalho, do movimento Cidadãos do Sudoeste Vicentino, entidade que organiza o protesto em conjunto com o Movimento Pescadores Lúdicos de Portugal e o Movimento Mar Público.

As alterações em questão entraram em vigor com a publicação da portaria 458-A/2009, a 04 de Maio, que altera algumas disposições das portarias 143 e 144/2009 de 05 de Fevereiro e revoga a portaria 868/2006.

Os pescadores lúdicos, que esperam cerca de seis mil pessoas na manifestação, voltam agora a exigir a revogação das portarias, depois da "terceira alteração" à lei nesta matéria e de terem já protestado este ano em Sagres e em Odemira.

O porta-voz do movimento diz que as alterações "não têm qualquer base científica", exemplificando com o "período de defeso do sargo" de 15 de Janeiro a 15 de Março, quando a restrição não se estende a pescadores profissionais, ou a "discriminação positiva" na apanha do marisco, que restringe esta actividade a naturais residentes nos concelhos do Parque Natural.

"Um estudo da Universidade do Algarve aponta que os pescadores lúdicos apanham 0,5 por cento da quota de pescado a nível da Costa Vicentina, os restantes 99,5 são apanhados pela pesca profissional. Afinal, estão a proteger que espécies", questionou

Carlos Carvalho apontou ainda, em declarações à Lusa esta semana, contradições entre a legislação publicada pelo Ministério do Ambiente e pelo Ministério da Agricultura e Pescas. "A questão da alteração da lei, que restringe a pesca à quarta-feira, está mal redigida pelo legislador. A Direcção-Geral das Pescas diz que é proibido pescar aos feriados, mesmo que seja quarta-feira. O Ministério do Ambiente enviou-me um ofício a dizer que se pode pescar à quarta-feira e aos feriados", argumentou.

Fonte do Ministério da Agricultura e das Pescas assegurou entretanto, em declarações à Lusa, que os dois Ministérios têm o "mesmo entendimento" da portaria.

A mesma fonte esclareceu que "a proibição de pesca só se aplica às quartas-feiras, sendo suspensa quando neste seja feriado", tendo acrescentado que esta é uma portaria "complexa", que envolve, para além dos ministérios referidos, o da Economia e da Defesa, e a Presidência do Conselho de Ministros.

Pesca lúdica: Manifestação em Lisboa. Do Marquês à Assembleia da República



Convocada pelo “Movimento Cidadãos do Sudoeste” realiza-se no sábado em Lisboa, uma manifestação nacional de protesto contra a legislação da pesca lúdica.

Do Marquês de Pombal à Assembleia da República, é como o “Movimento Cidadãos do Sudoeste” apelida a manifestação nacional de protesto que se realiza sábado em Liasboa, contra a legislação que regula a apanha do marisco e a pesca lúdica e, pelos direitos de acesso ao mar, por parte das populações mariscadores de todo o País.

Carlos Carvalho, porta-voz do movimento, afirma que o Governo vai ficar a saber que “a guerra não termina, enquanto as portarias não forem revogadas”.

Os manifestantes exigem a anulação imediata das portarias 143 e 144/09 e a queda automática da anterior portaria, a 868/06, que regula a apanha do marisco e a pesca lúdica.

Menos trinta mil na pesca lúdica

Crise: Grande redução no último ano em comparação com 2007

Há cada vez menos portugueses que se dedicam à pesca desportiva de mar nos seus tempos livres. No ano passado foram emitidas menos 30 665 licenças do que no ano anterior, mantendo-se essa tendência de descida no corrente ano, segundo dados da Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura (DGPA). A crise e o apertar das regras para o exercício da actividade estarão na origem da drástica redução de praticantes.

De acordo com a DGPA, em 2007 foram emitidas 201 522 licenças para os diversos tipos de pesca (apeada, em embarcação e submarina), enquanto em 2008 o número desceu para 170 857. Nos dois primeiros meses deste ano, cifrou-se em 26 064. O número médio por mês em 2007 era de quase 17 mil e no corrente ano ronda as 13 mil (quebra de mais de 20%).

"As restrições que foram impostas à pesca lúdica levaram muitas pessoas a desistir da actividade", explicou ao CM Mário Barros, da Associação Nacional dos Pescadores Lúdicos e Desportivos. Este dirigente realça ainda que "houve muitos pescadores que optaram por não tirar a licença como forma de protesto contra a actual legislação".

Outra possível explicação para a redução no número de licenças é a crise. "As pessoas vêem-se na necessidade de reduzir os gastos e, por consequência, há quem opte por não gastar dinheiro para obter uma licença", salienta. As licenças custam entre 3 euros e os 200 euros, de acordo com o tipo de pesca, a duração e a área.

MANIFESTAÇÃO EM LISBOA

A decisão do Governo em ‘aliviar’ as restrições impostas à pesca lúdica no Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina não foi suficiente para impedir a marcação de uma manifestação de pescadores no próximo dia 24, em Lisboa.

Carlos Carvalho, do designado Movimento de Cidadãos do Sudoeste, revelou que o protesto terá a adesão de pescadores de todo o País, na defesa "do direito ao mar", sendo esperados "cerca de seis mil manifestantes".

Segundo os promotores, a legislação publicada este ano contém "injustiças", representando "a ponta do icebergue de um pacote legislativo mais vasto". No caso do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, pretendem, entre outras reivindicações, que os não-residentes tenham o direito de mariscar e de pescar todos os dias e à noite.

SAIBA MAIS

REUNIÕES

A Associação Nacional de Pescadores Lúdicos e Desportivos reúne-se esta semana com o secretário de Estado das Pescas e com os grupos parlamentares do PCP e do PS. O objectivo é sensibilizar o poder político para a necessidade de serem feitas alterações à legislação.

124 230 número de licenças para a pesca lúdica, válidas em 28 de Fevereiro deste ano.

95 653 das licenças válidas em Fevereiro correspondiam à pesca apeada, 22 644 à embarcação e 59 33 à pesca submarina.

PROTESTOS

Os pescadores já realizaram duas manifestações contra os condicionalismos à pesca na Costa Vicentina, obtendo algumas cedências do Governo.

Pesca de familia lll

Na quinta-feira passada dois cotas(tio e amigo)foram pescar algures por esta costa algarvia e ao contrário das últimas vezes safaram a pesca.


Os sargos pelos vistos estavam em dia sim e quando assim é, há que aproveitar, pelo menos o tempo passa e captura-se algum peixe. No fim de contas cada um apanhou cerca de 5 quilogramas o que não foi nada mau.



Um dos exemplares era de quilo como se pode ver na foto.



Um abraço