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O Argolão

O objectivo deste adereço é basicamente igual a de um cesto que se usa para recuperar um sargo, dourada, etc, mas tem uma diferença, um cesto quando desce pela seda abaixo e chega à água, é necessário que o peixe entre dentro e só ai puxamos a corda e recuperamos o peixe, com o argolão não, ao descer pela seda abaixo entra directamente na cabeça do safio na posição que desce e sendo um peixe de garro facilita a passagem entre .....

As minhas bóias

Já há algum tempo que andava a magicar como começar a construir bóias tipo peão para a pesca e enquanto não arranjei um bocadinho para me puder debruçar a sério sobre o assunto, não descansei!Como tal pus mãos à obra e começei por procurar em casas de materiais de bricolage o que era indispensável para elaborar as bóias e que o custo final não fosse demasiado dispendioso, em comparação com as bóias que se adquire em lojas de pesca.

Cesto(em processo)

Construção de um cesto para recuperação do pescado em certas situações......

Boas Festas e um Bom Ano Novo

Contudo... uma boa pesca

Ontem como o meu tio já tinha combinado uma pesca com mais um companheiro e sendo o meu ultimo dia de descanso antes de começar à escola, decidi acompanhá-los em mais uma pesca, quanto mais não fosse só para descontrair, porque para o pesqueiro que era (que nunca me deu grande coisa) e depois de tanto tempo parado, uma pessoa tem que fazer exercicio, senão enferruga!!!! E assim foi de manhã ás cinco da matina encontrámo-nos para beber o café e depois seguimos para o local.  O mar à chegada parecia muito e ainda estivemos relutantes em mudar de pesqueiro, mas como a maré estava na enchente as condições poderiam mudar e decidimos apostar ali, o que veio a revelar-se uma boa opção, pois o mar caiu um pouco e foi sempre mexendo de forma a que a àgua se manteve sempre bastante oxigenada e com um baldinho de engodo manhoso a ajudar, o peixe acabou por aparecer, tudo de 300gr pra cima até ao quilo e tal. 


Os restantes companheiros também se safaram bem, pois tiraram lá peixe que até parecia escolhidos a dedo, até uma dourada de kilo e meio veio sem cesto e sem medos( malta rija) hehehe... contudo foi uma manhã muito bem passada. Ainda deu para ver como se portaram as bóias torpedo "caseirinhas" com mar, que passaram no teste com distinção.


Um abraço e até ao meu regresso

Nova Portaria......mais uma

Pois bem, ora ai está mais uma portaria com alguns ajustes às anteriores e infelizmente com algumas arestas ainda por limar, mas enfim.

Podem consultá-la aqui.

Um abraço

Feliz Natal e Próspero Ano Novo




O PESCADOR - edição de Dezembro

Caros amigos, a edição de Dezembro d'O PESCADOR já está à venda!


NESTA EDIÇÃO:

• OS NOVOS MATERIAIS: vem aí uma revolução nas canas de pesca?

• ANZÓIS: conheça o acessório mais importante da pesca

• COMPETIÇÃO: Portugal campeão do mundo de pesca ao achigã

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Um abraço

Pesque, não suje !

A Câmara Municipal de Aljezur promoveu, mais uma vez, à limpeza dos principais pesqueiros na área do município. Em simultâneo lançou a campanha subordinada ao lema “Pesque, não suje !”, com a colocação de painéis informativos onde os frequentadores habituais dos referidos pesqueiros podem tomar contacto com o “estado” a que alguns locais chegaram por força de comportamentos que se consideram inadmissíveis e intoleráveis para quem “ama e defende” a pesca lúdica.
A autarquia teve ainda a oportunidade de apresentar oficialmente a problemática às várias Associações, nacionais e regionais, na expectativa de serem desenvolvidas, junto dos seus associados, amigos, colaboradores e “amantes da pesca lúdica”, acções que visem a correcção deste tipo de comportamentos.

A Câmara questiona-se mesmo, como e até quando poderão, associações e autarquias continuar a sua “luta” pela alteração das portarias da pesca lúdica que queremos e pretendemos ver alteradas, quando tais práticas constituem um verdadeiro “cheque em branco” para que qualquer governante possa restringir ainda mais, prática tão ancestral e importante para o Município de Aljezur, em presença das verdadeiras “lixeiras” em que alguns pescadores transformaram tão afamados pesqueiros.

Certos que conseguiremos despertar consciências, acreditamos que os utilizadores e visitantes destes espaços assumam de vez comportamentos cívicos que salvaguardem, defendam a pesca lúdica, e o património natural que a todos pertence.




Fonte: CM-Aljezur

Revista O PESCADOR - edição de Junho já nas bancas!

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Nesta edição:


• Especial: trazer jovens para a pesca
Sondas de pesca: como aproveitar ao máximo!

• Mundial de Clubes em Portugal, Solidariedade na Vala do Ruivo
• e muito mais!

Divirtam-se e um abraço

As minhas bóias

Já há algum tempo que andava a magicar como começar a construir bóias tipo peão para a pesca e enquanto não arranjei um bocadinho para me puder debruçar a sério sobre o assunto, não descansei!
Como tal pus mãos à obra e começei por procurar em casas de materiais de bricolage o que era indispensável para elaborar as bóias e que o custo final não fosse demasiado dispendioso, em comparação com as bóias que se adquire em lojas de pesca.
Depois de muito reflectir, cheguei a um consenso sobre os componentes necessários e são eles:

*rolos de espuma de polietileno;
*folha de lixa grossa;
*folha de lixa fina;
*tubo com diâmetro de 4mm,com furação interior;
*cola própria para polietileno;
*spray de côr branca resistente à agua;
*spray de côr vermelha fluorescente, resistente à agua;




Para começar deve-se possuir um berbequim e fixá-lo num torno de bancada de maneira que se possa trabalhar em segurança, depois cortar um bocado do rolo de espuma e furá-lo no meio em todo o seu comprimento e fixá-lo convenientemente num varão roscado de 4mm, que depois é preso ao berbequim, ligar o mesmo e com a lixa grossa, ir desbastando no sentido contrário à rotação até criar a forma desejada, depois da forma estar concluída, passar com a lixa fina para aperfeiçoar as partes mais rugosas.



Um vez feita a bóia, pintar uma de mão com spray branco e depois aplicar a segunda mão com spray vermelho fluorescente.(deixar secar)



Depois da tinta seca, cortar um bocado de tubo, (aconselho aquele branco que está no interior do cabo coaxial para a televisão) aplicar a cola e introduzir no buraco já feito na bóia pelo varão.




Deixar secar durante dois para que solidifique adequadamente, cortar os excessos do tubo et voilá, o resultado final.




Um abraço

Nova lei pode contribuir para acidentes na pesca lúdica


Pescadores profissionais sem condições no mar escondem-se nas falésias para a captura do sargo e são seguidos por forasteiros. Já há luta pelos lugares na costa




"Nota-se imensa disputa pelos pesqueiros na costa vicentina, há quem venha para aqui de noite marcar lugar com uma cana ou um saco até ao romper do dia, e muitas pessoas até deixam de se falar porque entendem que um amigo está mesmo ao lado para lhes tirar a hipótese de capturar peixe."


Quem o diz, em declarações ao DN, é Hélder Fernandes, de 69 anos, aposentado e residente em Silves, um dos muitos que se dedicam à pesca lúdica nas falésias da zona do Pontal da Carrapateira, no concelho de Aljezur. Quando na sexta-feira, cerca das 20.00, deixou aquele local na sua viatura, depois de ali ter chegado às 08.00, guardava no balde duas safias para o jantar. "Há dias em que nada levo", nota Hélder Fernandes, frisando que a ocasião propícia para a pesca à linha "é quando há ondas, por exemplo, com dois ou três metros de altura, pois nessa situação o peixe 'pega' melhor". Já com ondas muitas curtas e mar raso, como foi o caso de anteontem, tal "não é capaz para pescar".


No dia 27 de Janeiro deste ano, ocorreu naquele local, no Pontal da Carrapateira, o mais recente acidente mortal na costa vicentina, quando um pescador lúdico, de 46 anos, caiu ao mar, tendo o corpo sido recuperado pelas autoridades.


Mas nem o risco afasta as pessoas da zona. "A malta está habituada e sabe onde estão os maiores perigos nas falésias. Quando a gente desce e chega ao pesqueiro, o piso aí é diferente do que estar cá em cima. Às vezes, vamos com cordas para garantir segurança. Só os mais novos, que querem sujeitar-se a certas coisas, não ligam a isso. De nada serve a gente avisar. Já tenho dito: 'Não vá para aí, que o mar, às vezes, pode chegar a esta zona e tornar-se perigoso. Mas há pessoas que ainda gozam com a gente, depois apanham uma molha e nessa altura é que nos dão razão'", conta Hélder Fernandes.


Sobre a nova legislação, que impõe, entre outros aspectos, defeso e o peso máximo de 7,5 quilos a cada pescador lúdico, além do limite mínimo de 15 centímetros no tamanho das espécies, este pescador concorda. "Se pescasse sempre 7,5 quilos seria uma festa para mim. Às vezes, apanho dois, três quilos, um quilo… ou nada", observa.


Sérgio Santos, presidente da Junta de Freguesia da Bordeira, que abrange a zona da Carrapateira, em Aljezur, é mais crítico. "A lei, da responsabilidade do Ministério do Ambiente, está malfeita ao prejudicar os pescadores profissionais desta área." E especifica a acusação: "Devido à falta de condições do mar para a sua actividade nos barcos e inexistência de portos de pesca [os pescadores profissionais] têm de se esconder nas rochas para pescar e não serem multados (coimas de 500 a dois mil euros) pela fiscalização, pois não têm licenças para a pesca lúdica. Muitos forasteiros, ao vê-los, vão também para essas zonas de difícil acesso para apanhar peixe, mas, como não as conhecem, acabam por escorregar e sofrer acidentes."


André Pedro, de 30 anos, que tanto pesca em Sagres como na zona de Aljezur, lamenta que os pescadores "deixem muito lixo espalhado pelos pesqueiros e no mar, como latas, garrafas e papéis". "É necessária mais sensibilização para esta questão em vez de multarem pescadores lúdicos por apanharem, por exemplo, sargos na desova."


Por seu turno, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Vila do Bispo, Joel Ramos, encara o lixo no chão como uma "armadilha" para acidentes em falésias, com escorregadelas. Por outro lado, alerta para o risco de quedas nos trilhos (espaços de acesso aos pesqueiros), "onde as águas da chuva podem provocar muita erosão".

Fonte: DN