O Argolão
O objectivo deste adereço é basicamente igual a de um cesto que se usa para recuperar um sargo, dourada, etc, mas tem uma diferença, um cesto quando desce pela seda abaixo e chega à água, é necessário que o peixe entre dentro e só ai puxamos a corda e recuperamos o peixe, com o argolão não, ao descer pela seda abaixo entra directamente na cabeça do safio na posição que desce e sendo um peixe de garro facilita a passagem entre .....
As minhas bóias
Já há algum tempo que andava a magicar como começar a construir bóias tipo peão para a pesca e enquanto não arranjei um bocadinho para me puder debruçar a sério sobre o assunto, não descansei!Como tal pus mãos à obra e começei por procurar em casas de materiais de bricolage o que era indispensável para elaborar as bóias e que o custo final não fosse demasiado dispendioso, em comparação com as bóias que se adquire em lojas de pesca.
Cesto(em processo)
Construção de um cesto para recuperação do pescado em certas situações......
O Fundo da Linha
Pesca no fim da linha
Imaginemos oceanos sem peixes, refeições sem marisco, a indústria pesqueira a caminho do fim. Que consequências globais poderia ter? O documentário «The end of the line» («O fim da linha»), realizado por Rupert Murray, estreia a nível nacional a 16 de Novembro, data em que se comemora o Dia Nacional do Mar. A Plataforma de Organizações Não Governamentais Portuguesas sobre a Pesca (PONG-Pesca) organiza, na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), uma sessão especial às 17h, onde será apresentado o filme.
O documentário estreou no Sundance Film Festival (World Cinema Documentary Competition), em Janeiro, e mostra os efeitos devastadores do ‘overfishing’ (apanhas globais de peixes selvagens e espécies em perigo) nos nossos oceanos. Este excesso de pesca foi reconhecido como um dos maiores problemas e com efeitos imediatos no ambiente, em 2002, quando ficou demonstrado que o ‘overfishing’ atingiu o pico em 1989 e agora está em declínio.
«The end of the line» é um filme independente, rodado ao longo de dois anos, e que seguiu de perto os passos do repórter de investigação, Charles Clover – que é também autor do livro homónimo –, enquanto ele confrontava políticos e celebridades em restaurantes. Filmado numa espécie de volta ao mundo, desde o Estreito de Gibraltar aos litorais do Senegal e Alasca, ao mercado de peixe de Tóquio – caracteriza cientistas superiores, pescadores nativos e funcionários de execução de pescarias.
A PONG-Pesca tem como missão promover a exploração sustentável dos recursos pesqueiros, em todas as suas vertentes, ecológica, social e económica, tendo em vista a preservação dos ecossistemas marinhos e o desenvolvimento das comunidades costeiras ligadas a esta actividade.
Os avisos dos cientistas
Segundo os cientistas, se continuarmos a pescar tal como o fazemos agora, grande parte dos peixes desaparecerão por volta de 2048. O documentário surge com o objectivo principal de acordar o mundo para uma realidade bem mais próxima do que se pensa e não pretende apenas alertar pescadores que praticam pesca ilegal, políticos que ignoram os avisos do investigadores, mas também consumidores que compram espécies em perigo de extinção sem o saberem, segundo se lê na página oficial de «The end of the line».
A obra propõe soluções simples: controlar o sector da pesca, reduzindo a quantidade de barcos pelo mundo, proteger áreas reservadas, educar o consumidor a comprar apenas peixe devidamente certificado (pesca sustentável).
A exibição especial de «The End of the Line» na Gulbenkian será seguida de uma discussão com o autor, Charles Clover; cientistas pesqueiros, representantes governamentais e do sector das pescas e, o coordenador de Desenvolvimento de Políticas da Direcção Geral dos Assuntos Marítimos e da Pesca da Comissão Europeia, César Deben.
Fonte: CiênciaHoje
Revista O PESCADOR — edição de Novembro já nas bancas!
Nesta edição:
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Um abraço
"Da Terra ao Mar"
Deixo-vos aqui o video da reportagem
Entrevista da ANPLED from xpto xpto on Vimeo.
Um abraço
Bruxelas modera proposta sobre pesca desportiva e lúdica
Os pescadores de fim-de-semana escapam por pouco à imposição de quotas. Bruxelas queria incluir as capturas da pesca desportiva e lúdica na contabilidade das quotas profissionais, mas perante a polémica, moderou a proposta apresentada aos ministros da Agricultura e Pesca dos Vinte e Sete reunidos no Luxemburgo.
A Comissão Europeia explica agora que quer apenas informações para ter uma ideia geral das capturas relativas a certas espécies e feitas apenas em alto mar. O porta-voz da Comissão afirma: “Segundo a nova proposta de regulamentação para melhor controlar a pesca, os Estados membros não são obrigados a contabilizar todas as capturas para as integrar nas quotas. Há apenas um aspecto e é sensível. É a obrigação de avaliar a impacto da pesca desportiva e lúdica face à recuperação das espécies e isso, sobretudo, em relação ao bacalhau e ao atum vermelho”.
A proposta é contestada por alguns Estados membros, enquanto outros se interrogam sobre a forma de contabilizar as capturas. Bruxelas deixa-lhes o caminho livre.
Mas a Comissão Europeia recebe o apoio dos ambientalistas. Aaron McLoughlin, da WWF, explica: “Penso que a Comissão quer levantar a questão da pesca desportiva por uma única razão: ela não tem ideia da amplitude do problema, no Mar Báltico é um problema e trinta por cento das capturas são feitas pela pesca lúdica. Não sabem e querem saber, é só isso”.
Em alguns países a pesca desportiva e lúdica tornou-se num verdadeiro sector económico. Na Suécia, por exemplo, os responsáveis sindicais dos pescadores afirmam que a pesca lúdica é dez vezes superior à profissional e no ano passado rendeu mais de 13 milhões de euros.
Copyright © 2009 euronews
Fonte: Euronews
"Já agora era o que faltava"
DIA MUNDIAL DO MAR 2009
Pela importância, profundidade, clareza e coerência do pensamento expresso e porque também para nós Portugueses, que fizemos do Mar o primeiro veículo de globalização, falar do Mar é falar de tudo, não resisto a partilhar excertos da referida Mensagem, convidando-vos a lê-la na integra em:
http://www.imarpor.pt/pdf/dmm/Mensagem_Secretário_Geral.pdf
“A humanidade enfrenta um dilema, porque, quer queiramos quer não, o nosso modo de vida colectivo tornou-se insustentável e precisamos de fazer algo a esse respeito, e depressa. As opções que temos tomado sobre os nossos estilos de vida têm vindo a degradar lentamente o próprio sistema de apoio que nos permite viver e respirar. Esta situação não pode, nem deve, continuar. Temos que tomar algumas decisões difíceis, temos que tomá-las agora e temos que actuar em uníssono, com um compromisso íntegro e total, agora e no futuro. Perante factos indiscutíveis, temos de considerar as nossas prioridades e aceitar que temos que fazer alguns sacrifícios. Temos que começar a colocar a “vida” à frente do “estilo de vida”.”
“A mensagem é clara: para sermos bem sucedidos na luta contra as alterações climáticas, devemos trabalhar juntos e desempenhar o nosso papel com a seriedade que as circunstâncias exigem. Se o problema não tem em conta as fronteiras traçadas pelo homem, então a solução também não. Todos nós temos a responsabilidade para adoptar medidas audazes, conjuntas e coordenadas que não só impulsionem rapidamente a recuperação do planeta, mas também lancem uma nova era de um compromisso sério e significativo para evitar que uma crise, como aquela que actualmente enfrentamos, piore ou volte a repetir-se. Se trabalharmos juntos, com um sentido de responsabilidade para com as gerações futuras, os acordos que resultarão da Conferência de Copenhaga deste ano poderão ter um valor autêntico e duradouro.”
“Do ponto de vista humano, problemas complexos como a pobreza, a doença, a desigualdade no desenvolvimento económico e o crescimento da população são factores adicionais que contribuem para agravar e complicar o problema. As alterações climáticas e a nossa resposta aos problemas multifacetados que representam tornaram-se no “desafio que define a nossa época”.”
Mais palavras para quê?...
Resta-nos fazer o que estiver ao alcance de cada um de nós para que, tal como também é referido na mensagem, a comunidade mundial obrigue os seus dirigentes a actuar e que os Ministros e os chefes de Estado actuem “decisivamente e em uníssono na reunião de Copenhaga, em Dezembro deste ano, para acordar num novo tratado de luta contra as alterações climáticas que suceda ao Protocolo de Quioto.”
Alterações climáticas: um desafio também para todos!
Faro, 24 Setembro de 2009
O Governador Civil,
Carlos Silva Gomes
Fonte: Governo Civil de Faro
Pesca nocturna vai ser permitida
Segundo António Neves, porta-voz do Movimento de Cidadãos do Algarve e Alentejo (criado por pescadores lúdicos), a medida resulta de várias reuniões realizadas com a secretaria de Estado do Ambiente, entidade que delegou ao ICNB a tarefa de "efectuar, durante o Verão, o levantamento dos locais apropriados para a pesca nocturna".
António Neves realça que o principal critério de escolha dos pesqueiros "tem a ver com a segurança oferecida pelas arribas", sendo, por exemplo, excluídas as que apresentam pouca solidez. E acrescenta que, além do movimento de pescadores, foram auscultadas diversas entidades, nomeadamente autarquias, Protecção Civil, capitanias, administrações hidrográficas e Direcções Regionais de Pesca do Algarve e do Alentejo.
O número total de pesqueiros onde será permitida a pesca à noite poderá mesmo vir a ultrapassar as duas dezenas, abrangendo extensas zonas de arribas (algumas com mais de dois quilómetros), nomeadamente em Sagres.
Actualmente, a pesca nocturna na Costa Vicentina está limitada a praias não-concessionadas e às praias concessionadas fora do período de época balnear, bem como a zonas entre molhes para lá do limite de 300 metros.
Fonte: Correio da Manhã
Reunião na Direcção Geral das Pescas e Aquicultura

Segue em anexo a esta informação, relatório sobre a mesma.
Segue em anexo a relação que nos foi entregue
REUNIÃO NA DGPA
Em representação da DGPA:
Sr.ª Subdirectora Geral Dr.ª Maria Helena Figueiredo
Sr.ª Chefe de Divisão dos Recursos Internos, Dr.ª Cristina Rosa.
Em representação da ANPLED:
João Borges
Fernando Sousa
Feitas as apresentações, a reunião teve início com a intervenção da Sr.ª Subdirectora Geral Dr.ª Maria Helena Figueiredo, informando que esta reunião esteve agendada para 29 de Junho, mas que desconhecia os motivos da sua não realização.
A ANPLED informou, nunca ter sido notificada desse agendamento pelo que insistiu nos pedidos para que esta reunião tivesse lugar.
Com a presença da Dr.ª Cristina Rosa, que tinha estado presente na reunião realizada na Secretaria do Ministério da Agricultura e Pescas e era conhecedora e portadora das questões e propostas de alteração à legislação, que a ANPLED havia transmitido ao Senhor Secretário de Estado, entenderam os representantes desta, fazer uma rápida abordagem sobre essas questões e dar maior realce a questões com maior dependência das decisões da DGPA, tais como a fiscalização e modo de actuação desta, os locais de proibição e sua sinalização, bem como as licenças para reformados.
Aproveitando a oportunidade, a ANPLED inquiriu a Dr.ª Cristina Rosa, sobre a utilização da toneira através de cana (dúvida levantada em reunião na Secretaria de Estado), a qual tinha ficado de esclarecer após consulta da legislação.
A Dr.ª Cristina Rosa, confirmou a restrição da utilização da toneira através de cana.
A ANPLED invocou as definições da portaria para linha de mão e cana de pesca, para dizer que ambas são idênticas, pelo que ambas se enquadram nas definições para a utilização da toneira.
A Dr.ª Cristina Rosa justificou a legislação, invocando que a toneira é um aparelho utilizado pelos pescadores profissionais e estes o utilizam apenas em linha de mão, pelo que não há razões para que na pesca lúdica e desportiva seja diferente.
Abordado o período de defeso do sargo, foi transmitido à Dr.ª Maria Helena Figueiredo, que a ANPLED e os pescadores lúdicos e desportivos, são contrários à sua instituição, nos moldes em que o mesmo foi instituído. São contrários, porque o Ministério do Ambiente diz não haver escassez de recursos e também por não ter qualquer impacto na preservação da espécie, uma vez que o mesmo não se aplica à pesca profissional. Por estas razões, os pescadores lúdicos e desportivos, são contrários a todo e qualquer período de defeso, cujo cumprimento não abranja também a pesca profissional.
A Dr.ª Maria Helena Figueiredo, mostrou-se compreensível com tais razões, mas invocou razões subsistência e de direito ao trabalho, para que tais períodos de defeso sejam extensíveis à pesca profissional. É muito complicado “mexer” com questões que impõem restrições a uma actividade profissional, disse.
A ANPLED argumentou que a ser assim, o que os pescadores lúdicos e desportivos pedem, é o fim do período de defeso do sargo. Assumem a sua reduzidíssima quota de responsabilidade no contributo para a eventual diminuição da espécie, mas não aceitam, que aqueles que
praticam a devastação da mesma, o façam impunemente por falta de fiscalização e sem quaisquer restrições. Os pescadores lúdicos e desportivos, testemunham muitas vezes essa devastação e outras situações de pesca ilegal. Infracções que requerem a intervenção dos agentes fiscalizadores e o que consta são que muitas das denúncias telefónicas feitas para as capitanias, ficam sem resposta efectiva com o argumento da falta de meios. É por isso necessário o reforço de meios e um melhor desempenho das acções de fiscalização.
A Dr.ª Maria Helena Figueiredo, confirmou que a DGPA é conhecedora de situações em que os pescadores profissionais se fazem passar por pescadores lúdicos, como é o caso de muitos profissionais que deram as embarcações para abate, mas continuam a actividade como falsos lúdicos, ou seja, profissionais. Outra situação, em que existe alguma actividade de falsos lúdicos, verifica-se em regiões como a Costa Vicentina, mas essas são situações que estão enraizadas e muitas delas são situações de subsistência. Embora os meios não sejam os suficientes, a fiscalização actua.
A ANPLED informou ser conhecedora de situações de sabotagem dos meios de fiscalização, ao que a Sr.ª Subdirectora informou estar a DGPA a tomar medidas para por cobro a essas situações, dotando os seus inspectores com viaturas descaracterizadas, ou de uso pessoal.
A ANPLED contrapôs, que os pescadores lúdicos e desportivos são parte interessada em defender os recursos e estão empenhados em denunciar os atentados e infracções com que se confrontarem. Para que tal seja mais fácil a todos os seus associados, a ANPLED inseriu no verso do cartão de associado, os números telefónicos das entidades com responsabilidades na fiscalização, entre as quais constam a DGPA e as Capitanias
Sendo o tema fiscalização, a ANPLED solicitou os dados estatísticos anteriormente requeridos, sobre as acções de fiscalização e valores das coimas aplicadas à pesca lúdica e desportiva.
A Dr.ª Maria Helena Figueiredo, informou que tais dados estavam disponíveis desde Junho.
Após a entrega desses dados, passou a enumerar os locais com registo de maior número de infracções, realçando que desses números, fazem parte alguns processos que envolvem falsos lúdicos, dando como exemplo o de alguns ex-profissionais que deram as embarcações para abate, bem como outros que numa primeira acção de fiscalização se fizeram passar por lúdicos, mas acabaram por ser detectados em infracção por várias acções de fiscalização, o que não deixa duvidas quanto à sua actividade. Fez menção ao parque Luís Saldanha, como sendo o local onde mais infracções têm sido identificadas.
A ANPLED, chamou a atenção para a importância das suas propostas de alteração da legislação, como são os casos da sinalização e revisão dos locais de proibição. A falta de sinalização é certamente o maior factor para a forte incidência de infracções verificadas nos parques Luís Saldanha e PNSACV. Não existindo sinalização nos locais de proibição, é difícil senão impossível, identificar através dos mapas e coordenadas, os locais interditos à pesca lúdica. Da mesma forma, é também impossível ao pescador lúdico, identificar os limites de concessão das praias, pelo que consideramos que a falta de sinalização dos locais interditos, contribui para que o pescador menos informado e conhecedor da região, esteja a transgredir sem conhecimento do facto.
A Dr.ª Maria Helena Figueiredo, informou, que tem sido recomendado aos agentes fiscalizadores, que perante uma primeira infracção, devem ter uma acção mais pedagógica junto do infractor, sendo conhecedora que essa tem sido uma prática comum.
Embora a sinalização possa ser retirada, reconheceu que a mesma é útil e que a sua inexistência contribui para a ocorrência de infracções. Por tal facto, tem a DGPA, na sua pessoa, procedido ao arquivamento dos processos, em que numa primeira vez, o infractor argumenta o desconhecimento da proibição de pescar no local da infracção. A excepção a esta regra tem sido os casos em que se verifica reincidência.
Tanto a Dr.ª Maria Helena Figueiredo, como a Dr.ª. Cristina Rosa, tomaram apontamentos, dizendo que em futuras reuniões com os responsáveis pelos parques naturais, iriam recomendar a instalação de sinalização nos locais de proibição.
Para reforçar a sua posição sobre os locais de proibição, a ANPLED, solicitou a revisão dos locais de proibição nos centros urbanos, ainda que em regime de exclusividade, afim de permitir aos portadores de deficiência, a pratica de pesca lúdica em locais de mais fácil acesso, sem que tenham de recorrer a locais, onde a sua integridade física é colocada em risco.
A Dr.ª Cristina Rosa questionou-se sobre o porque de as associações de deficientes, não se terem manifestado sobre tal assunto.
A ANPLED disse também desconhecer os motivos e achar tal facto estranho, ainda mais, quando se no seio de uma associação de deficientes bastante conhecida, existem núcleos de pescadores.
A Dr.ª Maria Helena Figueiredo confirmou que a proibição de alguns locais é limitadora para pessoas com deficiência, tendo tomado apontamentos, não sem antes se ter questionado como é que iria ser feita a identificação da pessoa com deficiência, recordando-se então que poderia ser através do cartão de que habitualmente são portadores e os identifica.
Em seguida a ANPLED, recordando as declarações do Sr. Secretário de Estado da Agricultura e Pescas, solicitou também à DGPA, a revisão do licenciamento para maiores de 65 anos, cancelando a obrigatoriedade de serem portadores de licença.
A Sr.ª Subdirectora tomou apontamentos, dizendo que aquando da elaboração da nova tabela de licenças, essa situação iria ser abordada e analisada.
Por fim a ANPLED abordou as limitações à pesca nocturna no PNSACV, dizendo que era conhecedora da realização de reuniões para definição da legislação, mas que lamentavelmente a tutela continuava a optar por não ouvir os praticantes, fazendo aquilo que bem entende, ainda que seja errado. Os pescadores e neste caso concreto, os pescadores locais, tal como a ANPLED, não irão aceitar, a forma como os seus interesses e o futuro da actividade têm sido tratados. A ANPLED foi criada para defender os interesses da pesca lúdica e desportiva e os recursos naturais. Somos favoráveis ao diálogo e como tal pretendemos ser parte activa nas definições do que à actividade diz respeito. Como tal, não “vemos com bons olhos” que tais definições, sejam resolvidas sem ouvir os pescadores.
A Dr.ª Maria Helena Figueiredo e a Dr.ª Cristina Rosa, informaram que iriam ter uma reunião com os responsáveis pelo PNSACV e que iriam chamar a atenção para tal facto.
Terminada a reunião, a ANPLED agradeceu a disponibilidade da DGPA em ter recebido a ANPLED, tendo a DGPA agradecido a intervenção e colaboração que a ANPLED tem prestado.
Fonte: ANPLED
Como praticar a pesca no PNSACV
Para aqueles que pretendam praticar o seu hobbie preferido em terras do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, e além do conhecimento que têm das belas portarias que foram elaboradas para a pesca lúdica, deixo-vos aqui um documento feito pelo ICNB que ilustra bem como podem usufruir do parque, nas modalidades de Apanha Lúdica, Pesca Lúdica e Pesca Submarina.Nota: No documento há uma referência aos pesqueiros autorizados pelo ICNB onde se pode praticar a Pesca Lúdica entre o pôr-do-sol e o nascer do sol, mas o que é certo é que ninguém sabe quais são,(mais uma lacuna) mas esperemos em breve saber até porque, a portaria 458-A 2009, saiu a 4 de Maio, o que faz três meses sem se saber onde se pode pescar à noite!!!
Um abraço

