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O Argolão

O objectivo deste adereço é basicamente igual a de um cesto que se usa para recuperar um sargo, dourada, etc, mas tem uma diferença, um cesto quando desce pela seda abaixo e chega à água, é necessário que o peixe entre dentro e só ai puxamos a corda e recuperamos o peixe, com o argolão não, ao descer pela seda abaixo entra directamente na cabeça do safio na posição que desce e sendo um peixe de garro facilita a passagem entre .....

As minhas bóias

Já há algum tempo que andava a magicar como começar a construir bóias tipo peão para a pesca e enquanto não arranjei um bocadinho para me puder debruçar a sério sobre o assunto, não descansei!Como tal pus mãos à obra e começei por procurar em casas de materiais de bricolage o que era indispensável para elaborar as bóias e que o custo final não fosse demasiado dispendioso, em comparação com as bóias que se adquire em lojas de pesca.

Cesto(em processo)

Construção de um cesto para recuperação do pescado em certas situações......

6ª Edição Expomar

Deixo aqui uma boa sugestão para este fim de semana, a 6ª edição da Expomar que engloba vários temas relacionados com o MAR.

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Para consultarem o programa, basta aceder AQUI.

Um abraço

Mais uma teca

Este sábado e a convite do meu tio com mais um companheiro(Júlio)fui fazer uma pescaria num local onde digo sempre que nunca mais lá volto, mas não sei porquê vou lá sempre parar, hehehe!!! Porque umas vezes faz-se umas pescas valentes com exemplares de bom porte, mas outras vezes até dá sono do tempo que ficamos com a cana na mão até sentir alguma coisa.

Mas os pesqueiros é como tudo, nuns dias dão outros não, depende vários factores, mas a razão que me leva a dizer que não volto lá mais, é que para lá pescarmos nesse sitio, é porque temos que pagar uns absurdos três euros e muitas vezes essa quantia sai mal paga. O melhor para se lá ir é saber mesmo se está a dar peixe ou não!!!


Ontem e para o pesqueiro em questão, o peixe não foi muito, ainda sairam alguns exemplares de 0,5kg e outros mais pequenos, ainda perdi(por estupidez)um sargo de bom porte, que era sem dúvida de kilo pra cima, mas enfim!!


O vento como sempre, também esteve constantemente a soprar de oeste e foi gradualmente se intensificando, o que dificultou por vezes colocar a bóia onde queríamos, mas no fim ainda deu para safar a pesca com desanove peixes.








Um abraço e até à próxima.

Há uns bons anos era assim....

Como todos nós sabemos, para que uma boa jornada de pesca saia frutífera, um dos factores exigidos por parte do pescador, é sem dúvida a "paciência", porque ser paciente é uma virtude na vida e é naqueles dias em que o peixe pouco colabora ou está ausente que esse factor tem que reforçar a esperança do pescador.


Mas enganem-se aqueles que pensam que só "no antigamente", há uns bons, mas bons anos atrás é que haviam bons pescadores!!

Não senhor!!!!! Lá porque havia peixe com mais abundância, não quer dizer que cada vez que iam à pesca, ferrassem peixe sem mais nem menos e enchessem as alcofas num estalar de dedos sem que estivessem ali de cana na mão, horas a fio até sentir alguma coisa!!

Nem sempre era possível arranjar quem acompanhasse, numa faina com carro ou outro meio de transporte, para nos dar boleia como hoje em dia acontece, por isso os recursos eram muito reduzidos e como tal o que havia mais a jeito era o que servia!


Como tal e para vos elucidar, há uns bons anos atrás era assim.......




Espero que tenham gostado!!

Um abraço.

Portarias sobre pesca lúdica no Parque Natural serão alteradas até final do mês

A permissão do uso de engodo na pesca apeada e o alargamento do número de dias em que é possível pescar no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) são as alterações, que deverão ser aplicadas até ao final de Abril.

Na reunião entre o Movimento de Cidadãos Alentejo e Algarve para a pesca lúdica no PNSACV e o secretário de Estado do Ambiente Humberto Rosa, no início do mês, ficaram acordadas alterações às Portarias 143 e 144, que limitam esta actividade desportiva no Parque Natural.

Foi ainda acordada a necessidade de criar soluções para outras restrições que levaram às manifestações de protesto dos pescadores lúdicos do Sul do país.

Segundo comunicado do Movimento de Cidadãos, «o pescador lúdico apeado volta a poder engodar com sardinha», sendo ainda reduzido «o número de dias sem pesca».

Numa primeira fase das alterações às Portarias, os pescadores ainda ficarão com um dia da semana em que não é permitida a pesca lúdica no PNSACV, situação que poderá ser revista em novas reuniões.

O Movimento reforçou também que serão feitas outras reuniões com os governantes, onde serão debatidos aspectos como o período de defeso, as zonas de protecção total, em particular da Pedra da Galé e Cabo Sardão, e a possibilidade de existir o profissional da pesca à cana, podendo este, depois, vender na lota o que pesca.

O peso máximo de pescado continua a ser de 7,5 quilos, excluindo-se o maior exemplar, mas o Movimento referiu ainda que pretende que o peso aumente para os dez quilos.

A «questão será abordada em futuras reuniões, tendo como base estudos fiáveis como a comissão sugeriu», explicou a organização, em comunicado.

No futuro, estarão em cima da mesa outros temas como as autorizações para os pescadores profissionais poderem vender na lota o peixe apanhado à cana, quando o mar não deixa sair as embarcações, a certificação dos produtos do PNSACV, em particular do perceve, para valorizar e combater a apanha e o comércio ilegal.

Por outro lado, o Movimento está à espera de ser recebido pelo secretário de Estado das Pescas para debater as características da ferramenta para a apanha do perceve, o «tamanho do anzol e tipos de pesca, a igualdade no período de defeso e a limpeza do fundo do mar no território do Parque Natural, onde existem redes que matam peixe todos os dias».

Com a Marinha, o Movimento de Cidadãos espera abordar questões ligadas à segurança na pesca diurna e nocturna, sinalização, indicação clara dos locais onde não se pode pescar, sinalização das áreas concessionadas e a pesca nos portos, cais e barras.

«Estaremos presentes na discussão pública do novo Plano de Ordenamento do PNSACV, onde nos será dada a oportunidade de expor as nossas posições», garantiu ainda o Movimento.

As Portarias foram publicadas em Diário da República no passado dia 5 de Fevereiro e desde essa altura já foram organizadas duas manifestações, que levaram milhares de pescadores à vila algarvia de Sagres, em Fevereiro, e a Odemira, no Alentejo, em Março.


Fonte: Barlavento Online

Luta vai continuar

Costa Vicentina: Pescadores consideram as cedências do Governo insuficientes



O designado movimento para a pesca lúdica na Costa Vicentina e Sudoeste Alentejano considera insuficientes as alterações já prometidas pelo Governo, no sentido de aliviar as restrições à pesca na área do Parque Natural. Os dirigentes do movimento já se encontraram com o secretário de Estado do Ambiente (tal como o CM ontem noticiou) e querem agora reunir-se com o secretário de Estado das Pescas e com a Marinha.

De acordo com António Neves, um dos representantes dos pescadores, estes não abdicam "de nenhuma das suas reivindicações". O seu colega Carlos Carvalho também não hesita em afirma que "a ‘guerra’ continua até se conseguir encontrar uma solução justa".

Um dos pontos de discordância prende-se com a proibição da pesca nocturna. "Justificam a medida com o argumento de que houve muitas mortes à noite, mas, em 30 anos, só me lembro de um caso", refere António Neves.

O movimento reclama ainda, entre outros aspectos, que seja revisto o período de defeso imposto no Parque Natural e quer que sejam feitas alterações relativamente às zonas de protecção total criadas, em particular a Pedra da Galé e Cabo Sardão. Os pescadores apontam ainda a necessidade da limpeza do fundo do mar, "onde há redes que matam peixes todos os dias".



Fonte: Correio da Manhã

Restrições reduzidas


O Governo prometeu fazer, ainda este mês, alterações à polémica Portaria 143 – que impõe restrições à pesca no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV). A promessa foi feita ao movimento de pescadores lúdicos, que contesta as restrições impostas.

Nove elementos do movimento foram recebidos, no dia 1, pelo secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, em Lisboa. O governante mostrou abertura para "rever alguns dos pontos mais contestados que são da sua área de competências", referiu ao CM Adelino Soares, um dos participantes na reunião. Um desses pontos diz respeito à proibição de pescar de segunda a quarta-feira. O Governo deverá optar por interditar a pesca apenas um dia.

Outra restrição que deverá cair é a proibição de uso de engodo (pasta de sardinha que serve para atrair o peixe), medida que está em vigor para todo o País. Além disso, a quantidade de pescado permitida (7,5 kg) poderá ser aumentada, passando a não contar o peso do exemplar maior.

Os pescadores também estão contra o período de defeso, nomeadamente a interdição da pesca ao sargo, entre 1 de Janeiro e 31 de Março, mas em relação a esta matéria não houve nenhum compromisso claro de alteração da Portaria por parte do governante.

Fonte:Correio Da Manhã


"Espero ansiosamente por essas
alterações!!"

Pesca de familia II



Ora aqui está mais uma pesca feita por estes dois campeões!!

Agora que lhe tomaram o gosto não querem mais nada, é só meter na saca!!!

As meninas de testa dourada já se fazem notar e os sargos estão na sua época.





Um abraço

Revista "O PESCADOR"

Já se encontra nas bancas a edição de Abril, "O Pescador" nº 10.




Não perca esta maravilhosa edição, com grande destaque para o assunto que marca actualmente a pesca lúdica, que é o descontentamento e os protestos dos pescadores contra a nova legislação!!

Um abraço

Proposta para a Costa Vicentina é «eco-patetice»

Autarca de Aljezur teme tumultos devido à revisão do plano do Parque Natural


O presidente da Câmara de Aljezur classificou a proposta de revisão do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Costa Vicentina de «eco-patetice», antevendo a possibilidade de tumultos sociais por parte da população mais atingida, nomeadamente pescadores e agricultores, informou a Agência Lusa.

«A pesca desportiva já gerou algum tumulto e as pessoas que se preocupam com a pesca são exactamente as que se preocupam com este plano, os agricultores, as pessoas que vivem junto do mar, as pessoas que nunca pediram nada e que só querem que lhes deixem fazer a vida como fazem há gerações», observou Manuel Marreiros (PS).

O autarca recordou as manifestações que juntaram cerca de três mil pescadores lúdicos em Sagres, em Fevereiro, e em Odemira, a 14 de Março, para mostrar a reacção da população a uma lei que mexeu com os seus hábitos de vida.

Na proposta de revisão do Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, o princípio é o mesmo: «querem impor-nos um modo de vida, mas o modo de vida que temos aqui foi o que deu origem ao parque», referiu.

O lote de medidas e restrições propostas pelo Instituto para a Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) levam-no a classificar a revisão do plano como «uma eco-patetice, uma presunção de protecção da natureza, que, na verdade, só contribui para o abandono do espaço. E o espaço abandonado é um espaço que se vai degradar», disse ainda.

O autarca criticou, de resto, a acção do ICNB, nomeadamente a ausência de políticas e instrumentos de educação ambiental, a fraca intervenção no território e a falta de recursos.

«Desde 88, que esta zona é área protegida e está mais degradada porquê?», questiona, citando o relatório sobre a conservação de habitats da Rede Natura 2000 que aponta as áreas dunares como as mais degradadas.

«São áreas onde não se faz agricultura, não se constroem casas, não há empreendimentos turísticos e não há pecuária... é simplesmente o parque que não intervém».

Nos casos em que o ICNB interveio, como nas praias de Monte Clérigo e da Carrapateira, «chegou à conclusão que não tinha dinheiro suficiente para as obras e tivemos nós [Câmara] que comparticipar metade das intervenções», recordou.

«A única actividade do ICNB que conhecemos é dar pareceres», comentou ainda, para concluir que «o parque natural só serve para os meninos da cidade virem para aqui ao fim-de-semana ler o Expresso num jipe, no meio das dunas».

Contactada pela Lusa, fonte do ICNB afirmou que para já não vai tecer qualquer comentário às acusações do autarca de Aljezur.



Fonte: TVI24