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O Argolão

O objectivo deste adereço é basicamente igual a de um cesto que se usa para recuperar um sargo, dourada, etc, mas tem uma diferença, um cesto quando desce pela seda abaixo e chega à água, é necessário que o peixe entre dentro e só ai puxamos a corda e recuperamos o peixe, com o argolão não, ao descer pela seda abaixo entra directamente na cabeça do safio na posição que desce e sendo um peixe de garro facilita a passagem entre .....

As minhas bóias

Já há algum tempo que andava a magicar como começar a construir bóias tipo peão para a pesca e enquanto não arranjei um bocadinho para me puder debruçar a sério sobre o assunto, não descansei!Como tal pus mãos à obra e começei por procurar em casas de materiais de bricolage o que era indispensável para elaborar as bóias e que o custo final não fosse demasiado dispendioso, em comparação com as bóias que se adquire em lojas de pesca.

Cesto(em processo)

Construção de um cesto para recuperação do pescado em certas situações......

O Argolão

Pois é, como ando com saudades de ir fazer umas pescas ao peixe de garro e uma vez que foi nesta vertente que começei a ter o meu primeiro contacto com uma cana de pesca, decidi fazer um acessório muito útil que ajuda a puxar aqueles barrotes com mais de dois quilos para cima. Sim, porque para quem não faz ideia de como este tipo de pesca se pratica, imagine o que é estar a pesca duma altura considerável e tiver o "azar" de engatar um barrote na casa dos oito quilos, de certeza que a puxar o sedelão à mão para cima vai custar bastante e com este adereço, a tarefa fica muito mais facilitada.

O objectivo deste adereço é basicamente igual a de um cesto que se usa para recuperar um sargo, dourada, etc, mas tem uma diferença,  um cesto quando desce pela seda abaixo e chega à água, é necessário que o peixe entre dentro e só ai puxamos a corda e recuperamos o peixe, com o argolão não, ao descer pela seda abaixo entra directamente na cabeça do safio na posição que desce e sendo um peixe de garro facilita a passagem entre os quatro espigões que estão direccionados ao centro e impede que o mesmo saia na direcção contrária espetando-os na cabeça do safio e ai toca de puxar a corda e recuperá-lo.





Para fazer este acessório não é preciso gastar muitos
aéreos, basta conseguir arranjar ferro de obra de 6mm e um bocado de uma vareta em aço de 4mm e depois é meter mãos à obra.


É necessário também ter alguns conhecimentos de
soldadura, pois não é fácil se nunca soldou, conseguir efectuar este trabalho sem ferir a vista com o clarão do eléctrodo, por isso é aconselhável pedir ajuda a entendidos na matéria.



Medidas:
4 varas de ferro 6mm com 28cm
1 circulo de ferro 6mm com 24cm de diâmetro
1 circulo de ferro 6mm com 6cm de diâmetro
4 varas de aço de 4mm com 10cm
2 peças em chapa para fechar o argolão



Existe a opção de fazer isto tudo em inox, mas ai o custo também será mais elevado em relação a este. Por fim, é aconselhável dar um tratamento de zinco principalmente nas soldaduras e pintar o argolão com uma tinta que seja à prova de àgua salgada e voilááááááááá´!!!




Existem outros tipos de argolão que até dão para ajudar a tirar peixes de escama de grande porte, mas este é somente para o safio.


Um abraço

Revista "O PESCADOR"

Caros amigos, a edição de Dezembro d'O PESCADOR já está à venda!

Nesta edição:
• Conheça os segredos dos pescadores de topo… em todas as técnicas!
• Veja os mapas detalhados de alguns dos melhores pesqueiros da costa alentejana
• Domine a pesca aos sargos e a manobra de fundear


O Fundo da Linha

É um mundo que desconhecemos, no entanto já está fortemente ameaçado pelas redes que por onde passam, destroem completamente tudo, merecem nossa reflexão.



O oceano profundo é o maior ecossistema do planeta, porém, continua amplamente inexplorado. Quanto mais desvendamos os seus mistérios, mais descobrimos o quão único este mundo estranho realmente é.

Fonte: Greenpeace



Pesca no fim da linha

Documentário «the end of the line» estreia dia 16 de Novembro



Imaginemos oceanos sem peixes, refeições sem marisco, a indústria pesqueira a caminho do fim. Que consequências globais poderia ter? O documentário «The end of the line» («O fim da linha»), realizado por Rupert Murray, estreia a nível nacional a 16 de Novembro, data em que se comemora o Dia Nacional do Mar. A Plataforma de Organizações Não Governamentais Portuguesas sobre a Pesca (PONG-Pesca) organiza, na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), uma sessão especial às 17h, onde será apresentado o filme.

O documentário estreou no Sundance Film Festival (World Cinema Documentary Competition), em Janeiro, e mostra os efeitos devastadores do ‘overfishing’ (apanhas globais de peixes selvagens e espécies em perigo) nos nossos oceanos. Este excesso de pesca foi reconhecido como um dos maiores problemas e com efeitos imediatos no ambiente, em 2002, quando ficou demonstrado que o ‘overfishing’ atingiu o pico em 1989 e agora está em declínio.

«The end of the line» é um filme independente, rodado ao longo de dois anos, e que seguiu de perto os passos do repórter de investigação, Charles Clover – que é também autor do livro homónimo –, enquanto ele confrontava políticos e celebridades em restaurantes. Filmado numa espécie de volta ao mundo, desde o Estreito de Gibraltar aos litorais do Senegal e Alasca, ao mercado de peixe de Tóquio – caracteriza cientistas superiores, pescadores nativos e funcionários de execução de pescarias.

A PONG-Pesca tem como missão promover a exploração sustentável dos recursos pesqueiros, em todas as suas vertentes, ecológica, social e económica, tendo em vista a preservação dos ecossistemas marinhos e o desenvolvimento das comunidades costeiras ligadas a esta actividade.

Os avisos dos cientistas 


Segundo os cientistas, se continuarmos a pescar tal como o fazemos agora, grande parte dos peixes desaparecerão por volta de 2048. O documentário surge com o objectivo principal de acordar o mundo para uma realidade bem mais próxima do que se pensa e não pretende apenas alertar pescadores que praticam pesca ilegal, políticos que ignoram os avisos do investigadores, mas também consumidores que compram espécies em perigo de extinção sem o saberem, segundo se lê na página oficial de «The end of the line».

A obra propõe soluções simples: controlar o sector da pesca, reduzindo a quantidade de barcos pelo mundo, proteger áreas reservadas, educar o consumidor a comprar apenas peixe devidamente certificado (pesca sustentável).

A exibição especial de «The End of the Line» na Gulbenkian será seguida de uma discussão com o autor, Charles Clover; cientistas pesqueiros, representantes governamentais e do sector das pescas e, o coordenador de Desenvolvimento de Políticas da Direcção Geral dos Assuntos Marítimos e da Pesca da Comissão Europeia, César Deben.


Fonte: CiênciaHoje

Revista O PESCADOR — edição de Novembro já nas bancas!

Caros amigos, a edição de Novembro d'O PESCADOR já está à venda!



Nesta edição:

• aos robalos no surf casting, no spinning e na pesca à bóia

• conheça todos os passos necessários para ter um barco de pesca!

• reportagens, humor, passatempos e muito mais







E não se esqueça

Este mês, temos duas EDIÇÕES ESPECIAIS d'O PESCADOR, à venda em todo o País: uma só

de PESCA EMBARCADA... e outra de PESCA AO ACHIGÃ! Procure nas bancas ou encomende

directamente pelo tel. 213 085 048 ou pelo e-mail geral@joeli.pt.


Um abraço

"Da Terra ao Mar"

No passado dia 20 de Setembro passou na RTP2 o programa "Da Terra ao Mar" , onde o assunto debatido foi a Pesca Desportiva que teve como protagonista principal João Borges, Presidente da Associação Nacional de Pescadores Lúdicos e Desportistas(ANPLED).

Deixo-vos aqui o video da reportagem


Entrevista da ANPLED from xpto xpto on Vimeo.


Um abraço

Bruxelas modera proposta sobre pesca desportiva e lúdica




Os pescadores de fim-de-semana escapam por pouco à imposição de quotas. Bruxelas queria incluir as capturas da pesca desportiva e lúdica na contabilidade das quotas profissionais, mas perante a polémica, moderou a proposta apresentada aos ministros da Agricultura e Pesca dos Vinte e Sete reunidos no Luxemburgo.

A Comissão Europeia explica agora que quer apenas informações para ter uma ideia geral das capturas relativas a certas espécies e feitas apenas em alto mar. O porta-voz da Comissão afirma: “Segundo a nova proposta de regulamentação para melhor controlar a pesca, os Estados membros não são obrigados a contabilizar todas as capturas para as integrar nas quotas. Há apenas um aspecto e é sensível. É a obrigação de avaliar a impacto da pesca desportiva e lúdica face à recuperação das espécies e isso, sobretudo, em relação ao bacalhau e ao atum vermelho”.

A proposta é contestada por alguns Estados membros, enquanto outros se interrogam sobre a forma de contabilizar as capturas. Bruxelas deixa-lhes o caminho livre.

Mas a Comissão Europeia recebe o apoio dos ambientalistas. Aaron McLoughlin, da WWF, explica: “Penso que a Comissão quer levantar a questão da pesca desportiva por uma única razão: ela não tem ideia da amplitude do problema, no Mar Báltico é um problema e trinta por cento das capturas são feitas pela pesca lúdica. Não sabem e querem saber, é só isso”.

Em alguns países a pesca desportiva e lúdica tornou-se num verdadeiro sector económico. Na Suécia, por exemplo, os responsáveis sindicais dos pescadores afirmam que a pesca lúdica é dez vezes superior à profissional e no ano passado rendeu mais de 13 milhões de euros.

Copyright © 2009 euronews


Fonte: Euronews


    "Já agora era o que faltava"

DIA MUNDIAL DO MAR 2009

Ao preparar a Mensagem sobre o «Dia Mundial do Mar», que este ano se comemora a 26 de Setembro, consultei a Mensagem do Secretário-Geral da Organização Marítima Internacional, Sr. Efthimios E. Mitropoulos, subordinada ao tema escolhido para o Dia Mundial do Mar deste ano: “Alterações climáticas: um desafio também para a OMI!”.

Pela importância, profundidade, clareza e coerência do pensamento expresso e porque também para nós Portugueses, que fizemos do Mar o primeiro veículo de globalização, falar do Mar é falar de tudo, não resisto a partilhar excertos da referida Mensagem, convidando-vos a lê-la na integra em:

http://www.imarpor.pt/pdf/dmm/Mensagem_Secretário_Geral.pdf

“A humanidade enfrenta um dilema, porque, quer queiramos quer não, o nosso modo de vida colectivo tornou-se insustentável e precisamos de fazer algo a esse respeito, e depressa. As opções que temos tomado sobre os nossos estilos de vida têm vindo a degradar lentamente o próprio sistema de apoio que nos permite viver e respirar. Esta situação não pode, nem deve, continuar. Temos que tomar algumas decisões difíceis, temos que tomá-las agora e temos que actuar em uníssono, com um compromisso íntegro e total, agora e no futuro. Perante factos indiscutíveis, temos de considerar as nossas prioridades e aceitar que temos que fazer alguns sacrifícios. Temos que começar a colocar a “vida” à frente do “estilo de vida”.”

“A mensagem é clara: para sermos bem sucedidos na luta contra as alterações climáticas, devemos trabalhar juntos e desempenhar o nosso papel com a seriedade que as circunstâncias exigem. Se o problema não tem em conta as fronteiras traçadas pelo homem, então a solução também não. Todos nós temos a responsabilidade para adoptar medidas audazes, conjuntas e coordenadas que não só impulsionem rapidamente a recuperação do planeta, mas também lancem uma nova era de um compromisso sério e significativo para evitar que uma crise, como aquela que actualmente enfrentamos, piore ou volte a repetir-se. Se trabalharmos juntos, com um sentido de responsabilidade para com as gerações futuras, os acordos que resultarão da Conferência de Copenhaga deste ano poderão ter um valor autêntico e duradouro.”

“Do ponto de vista humano, problemas complexos como a pobreza, a doença, a desigualdade no desenvolvimento económico e o crescimento da população são factores adicionais que contribuem para agravar e complicar o problema. As alterações climáticas e a nossa resposta aos problemas multifacetados que representam tornaram-se no “desafio que define a nossa época”.”

Mais palavras para quê?...

Resta-nos fazer o que estiver ao alcance de cada um de nós para que, tal como também é referido na mensagem, a comunidade mundial obrigue os seus dirigentes a actuar e que os Ministros e os chefes de Estado actuem “decisivamente e em uníssono na reunião de Copenhaga, em Dezembro deste ano, para acordar num novo tratado de luta contra as alterações climáticas que suceda ao Protocolo de Quioto.”

Alterações climáticas: um desafio também para todos!



Faro, 24 Setembro de 2009

O Governador Civil,

Carlos Silva Gomes


Fonte: Governo Civil de Faro

Pesca nocturna vai ser permitida


A pesca lúdica nocturna vai voltar a ser permitida em algumas arribas do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. O Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) deverá publicar dentro de dias – provavelmente na próxima semana – um edital com cerca de duas dezenas de locais onde será possível pescar.


Segundo António Neves, porta-voz do Movimento de Cidadãos do Algarve e Alentejo (criado por pescadores lúdicos), a medida resulta de várias reuniões realizadas com a secretaria de Estado do Ambiente, entidade que delegou ao ICNB a tarefa de "efectuar, durante o Verão, o levantamento dos locais apropriados para a pesca nocturna".

António Neves realça que o principal critério de escolha dos pesqueiros "tem a ver com a segurança oferecida pelas arribas", sendo, por exemplo, excluídas as que apresentam pouca solidez. E acrescenta que, além do movimento de pescadores, foram auscultadas diversas entidades, nomeadamente autarquias, Protecção Civil, capitanias, administrações hidrográficas e Direcções Regionais de Pesca do Algarve e do Alentejo.

O número total de pesqueiros onde será permitida a pesca à noite poderá mesmo vir a ultrapassar as duas dezenas, abrangendo extensas zonas de arribas (algumas com mais de dois quilómetros), nomeadamente em Sagres.

Actualmente, a pesca nocturna na Costa Vicentina está limitada a praias não-concessionadas e às praias concessionadas fora do período de época balnear, bem como a zonas entre molhes para lá do limite de 300 metros.


Fonte: Correio da Manhã